sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Seca no Rio São Francisco expõe conflito pela água no Nordeste


 

                                                    

Sobradinho, maior reservatório do rio, está com apenas 2% de seu volume útil. E a situação pode piorar com o El Niño

BRUNO CALIXTO
30/12/2015 - 08h00 - Atualizado 30/12/2015 08h00

Com a falta de chuva na nascente do Rio São Francisco, o reservatório de Sobradinho vive a maior seca de sua história (Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)
 
O Rio São Francisco está habituado a enfrentar períodos de secas, que de tempos em tempos se abatem no Nordeste. Nos últimos dois anos, estamos vivendo um desses ciclos de estiagem. Desde 2013 a chuva vem muito abaixo do normal e os reservatórios entraram em queda livre. Sobradinho, o maior reservatório do rio, tem atualmente apenas 2% de seu volume útil. Somados, os reservatórios do Nordeste não passam de 5% do volume útil.
O problema é que a seca, que já afeta cidades, agricultores e a geração de energia elétrica, tem tudo para piorar em 2016. A formação do El Niño faz com que o Nordeste brasileiro fique mais seco do que o habitual. Ou seja, a expectativa é que o período de chuvas, que começou neste mês, não traga tantas águas quanto o necessário. Isso deve trazer ainda mais pressão – e criar conflitos pela água na região.
Segundo Anivaldo Miranda, presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco, são conflitos gerados por interesses legítimos – afinal, todos têm direito a água. "A situação está crítica especialmente em Sobradinho, e resulta em uma crise complexa. Isso porque quem está antes do reservatório quer quer acumule mais água, e quem está depois, quer que libere mais água. Essa é a raiz de muitos conflitos."
A água do Rio São Francisco tem múltiplos usos. Ela serve para abastecimento humano, irrigação e agricultura, transporte por hidrovias. Mas seu uso preponderante é para a geração hidrelétrica. A seca fez com a Agência Nacional das Águas (ANA) aprovasse sucessivas reduções na quantidade de água que os reservatórios como o de Sobradinho ou Três Marias liberam para o rio. Antes da seca, essa vazão era de 1.300 metros cúbicos por segundo. Atualmente, ela está em 800 metros cúbicos por segundo. Sem isso, o lago de Sobradinho poderá chegar ao volume morto. Ele não secará, mas não será possível gerar energia, exigindo a compra de eletricidade mais cara no Sistema Integrado Nacional.
Seca expõe ruínas de cidade alagada na Bahia para construção do reservatório de Sobradinho, o maior do Nordeste (Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)
A Usina Hidrelétrica de Sobradinho tem capacidade para gerar 1.050 megawatts, mas com a falta de água só tem sido possível gerar cerca de 160 megawatts (Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)
 
A redução de vazão é uma operação normal para evitar a queda dos reservatórios. Mas em uma situação de estiagem prolongada, pode gerar problemas. Um deles é comprometer a qualidade da água. Isso aconteceu no primeiro semestre de 2015, entre Sergipe e Alagoas. A região viu aparecer uma mancha de algas e bactérias que chegou a 35 quilômetros de extensão em maio. Essa mancha foi provocada porque, como tinha menos água no rio, ela não dissolveu esgoto que algumas cidades ainda despejam no rio. O esgoto não deveria ser despejado no São Francisco, evidentemente, e a seca agravou a situação.
Outro problema é que, com o nível do rio mais baixo, algumas companhias de abastecimento, como a de Alagoas, precisarão instalar bombas adicionais para captar água para atender a população, gerando prejuízos financeiros e risco de desabastecimento. Isso sem falar que agricultores não poderão retirar tanta água da bacia para irrigação e produção agrícola.
As autoridades esperam que o período de chuvas – que vai até março e abril – alivie um pouco a crise no São Francisco. Mas o problema precisa ser enfrentado de forma estrutural, já que secas como essa podem ficar mais frequentes por conta do aquecimento global. Miranda sugere uma mudança na matriz energética na região. Diminuir a dependência do Rio São Francisco para a geração de energia elétrica permitiria que as águas fossem utilizadas para outros fins, como o abastecimento como o abastecimento humano. Para isso, entrentanto, será necessário investimento forte em energia solar e eólica. Felizmente, o Nordeste tem ventos e sol de sobra. (Fonte: Blog do Planeta - ÉPOCA)


domingo, 15 de março de 2015

Fórum BHSF realiza sua 63ª Reunião Ordinária na Sede do CAOPMA/MPPE em Recife (PE).




 
O Fórum BHSF reuniu-se no último dia 11/03/15 (quarta-feira) no CAOP do Meio Ambiente/MPPE em Recife(PE). Contou com a presença de André Felipe (CAOPMA/MPPE), Vilalba Soares(NAT/CAOPMA), Marcelo Teixeira (Codevasf), Kátia Távora (DNOCS),Vânia Cavalcanti (SES/PE),Marcio Uchoa (Codevasf), Ulisses Pernambucano (Fundarpe), Marcus Gabínio (SEMAS), Maria das Graças Crus Mota(CPRH), Joana Aureliano(SEMAS), João Suassuna (Fundaj) e Augusto Paashaus (Fundarpe). No início da reunião o pesquisador João Suassuna (Fundaj) abordou a atual cruise hídrica e energética, registrando que o Fórum teve 100% de acertos ao prever em seus debates o que atualmente se vê no âmbito da Bacia do Rio São Francisco. No seu entendimento o tema água deve ser tratado como questão de segurança nacional. Paashaus (Fundaj) pontuou questões relevantes ligadas à atuação do Fórum BHSF e fez proposta para convidar um representante da Comissão de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa do Estado de Pernambuco para integrar o Fórum. André Felipe do CAOPMA/MPPE prestou informações sobre o Relatório de Vistoria nº 10/2014 do Caopma, realizada em 09/04/201'4 no Açude Engenheiro Francisco Saboia, conhecido como Poço da Cruz, em Ibimirim (PE) e trecho do Perímetro Irrigado de Moxotó. Vânia Cavalcanti(SES/PE) informou que, dos 184 municípios pernambucanos,126 já decretaram estado de emergência em virtude da seca no estado de Pernambuco. Kátia Távora (DNOCS) sugeriu que durante o corrente ano o Fórum BHSF eleja um mote para sua atuação, em torno do qual as reuniões se desenvolveriam, deixando registrado que seria importante promover a integração deste Fórum com o CBH São Francisco, regional pernambucano. A sugestão foi acolhida por todos, elegendo-se como mote central das reuniões a operação do PISF-Programa de Integração do São Francisco, com vistas à discussão da transposição das águas do Rio São Francisco, com foco nas potencialidades hídricas de modo a aquilatar os usos os destinações previstas para a água no contexto do projeto. Ulisses Pernambucano (Fundarpe) vê como necessária também a discussão das suas causas, a exemplo da falta de preservação das nascentes e do desmatamento, seguindo a linha do que expôs João Suassuna. Marcelo Teixeira (Codevasf) deve formular convite ao engenheiro Frederico Meira, Gerente Geral das Obras da Transposição e consultor do Ministério da Integração Nacional para abordar a operação do PISF. Esta palestra deverá ser realizada no DNOCS em Recife, em reunião extraordinária do Fórum. O CAOPMA também deverá convidar a Dra, Luciana Khoury, Promotora de Justiça Regional do Estado da Bahia e responsável pela realização de FPI's-Fiscalização Integrada na região do São Francisco, para abordar as causas da seca e da atuação do Fórum naquele estado. A próxima reunião ordinária do Fórum BHSF será no DNOCS em 10 de junho de 2015 às 09h.
 

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Fórum BHSF realiza a 56ª reunião ordinária na Sudene em Recife (PE).



João Suassuna(Fundaj) e Gláucia Oliveira (Codevasf)

No último dia 07.11 (quarta-feira), os membros do Fórum BHSF se reuniram no anfiteatro da Biblioteca Celso Furtado na Sudene. A reunião foi coordenada por Marcelo Teixeira (Codevasf) e estiveram presentes os representantes do Ministério Público de Pernambuco (Geraldo Margela Correia-MPPE), Fundarpe (Augusto Paashaus), Fundaj (João Suassuna), Apevisa (José Pereira de Souza)  DNOCS (Fernanda Cristina), Ibama (Clécio Ribeiro), Semas - Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Joana Aureliano) e CPRH-Agência Estadual de Meio Ambiente (João Moraes) e Codevasf (Marcelo Teixeira, Márcio Uchoa e Glaúcia Oliveira).

Conforme a pauta da reunião, a engenheira agrônoma da Codevasf/3ª SR, Gláucia Oliveira, fez uma apresentação sobre "As Ações Ambientais da Codevasf", fazendo um breve panorama das missões da empresa na área ambiental e situando as ações no estado de Pernambuco (licenças ambientais dos empreendimentos de irrigação, esgotamento sanitário, resíduos sólidos, abastecimento de água e cisternas). Em seguida o pesquisador João Suassuna (Fundaj) falou do livro "Conservação da Natureza. E eu com isso?".  O livro da Fundação Brasil Cidadão, organizado pelo presidente da Rema (Rede Marinho-costeira e Hídrica do Brasil) , José Truda Palazzo Jr., critica fortemente a gestão ambiental do país. A obra, apoiada pela Fundação Avina, contém treze artigos que variam desde o questionamento da eficiência da gestão das Unidades de Conservação brasileiras a até mesmo a transposição do Rio São Francisco. João Suassuna que é o coordenador do Núcleo de Estudos e Articulação do Semiárido (Nessa), disse que a construção das represas das usinas geradoras do rio São Francisco diluiu a atividade pesqueira da região. De acordo com ele, “as espécies de piracema estão desaparecendo do rio devido à impossibilidade que têm os peixes de fazerem o seu trajeto natural de subida das corredeiras para a realização das desovas”. Em seguida Suassuna autografou e doou 10 exemplares aos participantes.
Clique para ler o livro:  Conservação da Natureza. E Eu com isso?

Ficou acordado por unanimidade que no ano de 2013 o Fórum BHSF deverá ampliar convites para outras Instituições e reforçar para que as atuais participem com mais frequencias as reuniões, enviando os seus titulares e na ausência destes, os suplentes. Também ficou decidida uma Oficina e reunião ordinária em Ibimirim e outra em Petrolina. A próxima reunião do Fórum BHSF será realizada no dia 13 de maio de 2013, em local a ser definido pela Coordenação.
 

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sábado, 20 de outubro de 2012

Rio São Francisco: o nosso doce mar

18/10/2012

Rio São Francisco:

O nosso doce mar Vale dos Mestres: a grata surpresa do passeio pelos cânions do São Francisco Viajar até as cidades sertanejas de Piranhas, Olho d´Água do Casado e Delmiro Gouveia é encarar mais de três horas de pé na estrada. Há momentos em que você olha para o horizonte e só vê chão, parece que nunca vai chegar ao destino. Mas a alma de viajante precisa carregar na mala os versos do poeta português Fernando Pessôa: “Tudo vale a pena quando a alma não é pequena”. Então, vamos até Olho D´Água do Casado, onde começa nossa aventura pelos cânions do Rio São Francisco. A distância de Maceió até Olho d´Água do Casado é de 272Km. Para chegar lá, é preciso acordar cedo, às 4 da matina, e botar o pé na estrada. A parada estratégica é na cidade de Arapiraca, para tomar o café regional da Churrascaria RodoCenter, que tem aqueles pratos bem substanciosos: carneiro guisado com macaxeira ou inhame; cuscuz com galinha guisada ou, então, o pão hambúrguer com uma fatia generosa de queijo manteiga. O único problema é a quantidade de açúcar no café, que já vem adoçado demais da conta, mas tem a opção do café solúvel, basta pedir ao garçom. O catamarã sai de Olho d´Água do Casado e os cânions logo atraem o olhar Bem alimentado, dá para seguir viagem até Olho d’Água, pois o horário de embarque no catamarã que segue para os cânions é às 10 horas. Para chegar ao ponto de apoio, uma pequena estrada revela a vida rural da cidade sertaneja: sítios com suas plantações, carros de boi, um sinal verde para viver ótimos momentos e logo aparece o Velho Chico para confirmar o caminho da felicidade. E lá vai o catamarã Menestrel das Alagoas pelas águas doces e generosas do rio. O nome é em homenagem ao senador da Anistia, o alagoano Teotônio Vilela. Quem navega pelo Velho Chico sentindo o vento, o sol e contemplando a beleza das rochas esculpidas pelo tempo, ao som de uma trilha sonora com o melhor da música popular brasileira, experimenta uma sensação de liberdade plena. Quem guia o passeio é o comandante Eliseu Gomes, conhecido como Leleu: bom de prosa, um exímio contador de histórias, conhece como ninguém os cânions, antes mesmo de eles se tornarem acessíveis. Quando eram terras secas entrecortadas por pequenos riachos, o menino sertanejo, hoje o mais novo empreendedor do turismo, já os desbravava. No trajeto do passeio pelo rio surgem as rochas imensas esculpidas pela ação do tempo, com a típica vegetação da caatinga. Na trilha da fazenda Castanho, a beleza da caatinga preservada A primeira parada do catamarã é na Fazenda Castanho, que ocupa uma área de 1.500 hectares de caatinga preservada e, além do restaurante, conta com três trilhas catalogadas, onde os visitantes, depois do passeio de barco, podem interagir na natureza, ou para quem não é adepto, curtir a prainha de águas doces do Rio São Francisco. As trilhas batizadas de Observatório, Riacho do Talhado e Cânions do Riacho do Castanho mostram a importância da vegetação para a sobrevivência de animais, como o macaco-prego, lobo-guará, gato-do-mato, jacu, entre outras espécies. Além das trilhas, tem o passeio alternativo de lancha com capacidade para oito pessoas, com saída do restaurante da fazenda com destino ao Vale dos Mestres, um dos lugares mais bonitos dos cânions do Rio São Francisco. Beleza exótica: imensas rochas no Rio São Francisco O Vale dos Mestres está escondido entre imensas rochas irregulares, e suas águas são claras e transparentes, formando piscinas naturais. Para aperfeiçoar o cenário do paraíso escondido nos cânions, uma árvore seca num deserto rodeado de água doce compõe um belo quadro. E, lá no fundo, entre tantas rochas, pequenas borboletas amarelas agitadas (só uma superlente fotográfica para registrar). Sem exagero, é lindo, parece um borboletário a céu aberto, mas a presença de humanos afugenta as belas borboletas. Carranca, símbolo protetor do Rio do São Francisco Só resta mergulhar nas águas doces, fotografar e agradecer à natureza do Rio São Francisco por tanta exuberância. Depois de tanta de beleza para os olhos, a dica é voltar ao restaurante da fazenda para saborear o churrasquinho de bode – importado da vizinha cidade de Paulo Afonso (Bahia)-, macio, suculento e bem temperado. Para quem não gosta do bichinho, tem o caldinho do peixe tilápia (perfeito). Depois dos aperitivos vem a bonança do sertanejo: peixe frito, galinha, carneiro guisado, arroz, saladas, feijão tropeiro, farinha… Todo o tempero caseiro na medida certa e com o talento da cozinheira Geni Maria. Tilápia frita para o almoço. Nota 10 No mais, é mergulhar nas águas doces e refrescantes do Rio São Francisco, deitar na rede e contemplar o entardecer. E tem mais, não se preocupe: no jardim do restaurante Castanho tem a coroa-de-frade para afastar o mau olhado e a carranca do Rio São Francisco, para afugentar maus espíritos. Churrasquinho de bode, imperdível Roteiro do Menestrel das Alagoas O passeio pelos cânions do Rio São Francisco com almoço custa R$ 80,00 por pessoa (sem bebidas) – Aceita cartão Tempo de duração do passeio - 5 horas Quem faz o passeio Cânions São Francisco – (82)3021.2397 – www.canionsdosaofrancisco.com.br Restaurante Ecológico Castanho – Delmiro Gouveia Pode chegar de barco ou pela estrada de barro. Funciona de quarta a domingo – No momento só aceita dinheiro O Rio São Francisco beija o restaurante Castanho Onde pousar Delmiro Gouveia: as pousadas são simples, mas quem deseja pernoitar encontra tarifas econômicas a partir de R$ 80,00 (casal com café da manhã). Em Delmiro Gouveia, conheça a Usina Angiquinho, tombada como Patrimônio Histórico Estadual pelo IPHAN, que é roteiro turístico da cidade. Os visitantes vão conhecer a história do empreendedor Delmiro Gouveia, que trouxe luz para o Sertão. A cidade de Piranhas (vizinha de Delmiro Gouveia – distância de 34,4 km) dispõe de mais oferta de pousadas e flats– a diária é a partir de R$ 130,00 (casal com café da manhã). Também tem albergue com diária a partir de R$ 35,00 (por pessoa com café da manhã). A cidade é Patrimônio Histórico Estadual e Nacional, tem museus, restaurantes, um belo casario colorido e também o passeio pelo Rio São Francisco até o povoado Entremontes, conhecido pelas famosas mulheres bordadeiras de redendê e ponto de cruz. (Fonte: Tudo na Hora)
 
 

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Fórum realiza sua 51ª Reunião Ordinária na Fundarpe

A reunião do Fórum BHSF foi realizada no Museu do Estado

O Fórum Interinstitucional de Defesa da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco em Pernambuco realizou a sua 51ª Reunião Ordinária no Museu do Estado. Na pauta a apresentação do trabalho “As atribuições da Fundarpe na Bacia do Rio São Francisco em Pernambuco”, realizada por técnicas da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado. Esta etapa do trabalho destaca a importância do sertão do São Francisco na arquitetura, costumes e história, onde monumentos e sítios da mais alta relevância estão identificados, reconhecidos e classificados e serão de alta valia para as autoridades daqueles municípios, que poderão administrar o crescimento de suas cidades, sem prejudicar seu passado, sua história, implantando medidas legais de proteção, de modo a assegurar a manutenção dos bens de valor. A reunião contou com a participação do Presidente da Fundarpe, Severino Pessoa, da Diretora do Museu, Margot Monteiro, do Ministério Público do Estado, Geraldo Margela, Augusto Passhaus (Assessor Jurídico da Fundarpe) e de membros do Fórum representando 12 Instituições federais e estaduais. O Fórum BHSF é Coordenado por Marcelo Teixeira(Codevasf) que após a reunião acompanhou em comitiva a visita ao Museu, criado em 1929 e localizado num palacete do século XIX, que ao longo de 80 anos de existência possui um amplo e variado acervo de peças que constituem referenciais marcantes da história do Estado de Pernambuco. A 52ª reunião do Fórum BHSF deverá ser no IPHAN ou DNOCS, no dia 16.05.2012.

Fotos da reunião








 

quarta-feira, 4 de abril de 2012

51ª Reunião do Fórum BHSF será no Museu do Estado de Pernambuco no dia 11.04.2012. Confira a pauta.

PAUTA DA 51ª REUNIÃO ORDINÁRIA


Data: 11 de abril de 2012 (quarta-feira)

Horário: 09 às 12h.

Local: Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) - Av. Rui Barbosa, 960, Graças – Recife-PE


Assuntos

1.    Abertura. (Presenças dos Senhores Secretário de Cultura do Estado, Fernando Duarte, Diretor-Presidente da Fundarpe, Severino Barbosa, Diretora de Preservação Cultural, Célia Campos, Diretora do MEPE, Margot Monteiro e da Assessora do MEPE, Tânia Borges);

2.    Palestra: “As atribuições e atividades da Fundarpe na Bacia do Rio São Francisco em Pernambuco” – Cristiane Feitosa (arquiteta e urbanista), Glena Salgado (historiadora) e Isabela Morages (historiadora);

3.    Debates, Informes e definição do local e data da próxima reunião;

4.    Encerramento da reunião.

5.     Visita às instalações e acervo do Museu e receptivo degustativo aos presentes.

Atenciosamente,

Marcelo Teixeira
Coordenador Geral do Fórum BHSF

Imagens do Rio São Francisco